O funcionário do Hospital de Terapia Intensiva (HTI), de iniciais N. M. S. que havia sido preso pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), foi indiciado pela Polícia Civil pelos crimes de importunação sexual e perseguição contra mulheres (stalking), que trabalhavam na unidade hospitalar, em Teresina.
A investigação apontou que o acusado, que atuava como porteiro, utilizava perfis falsos em redes sociais para perseguir e assediar sexualmente as vítimas.
A Polícia Civil concluiu que “pelo menos três mulheres relataram ter recebido mensagens, fotos e vídeos de teor sexual enviados de maneira reiterada, configurando um padrão de comportamento criminoso”. Em razão disso, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, por meio do delegado Kleydson Ferreira, representou pela prisão preventiva do acusado.

No dia da ação policial, além do mandado de prisão preventiva, os policiais cumpriram ainda um mandado de busca e apreensão em desfavor do acusado.
A Polícia Civil reforçou a importância de que vítimas de crimes virtuais, especialmente os relacionados à importunação e perseguição, procurem Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática ou qualquer delegacia para formalizar a denúncia.
Rapidinhas
Funcionário do HTI acusado de “Stalking” é posto em liberdade
A defesa do funcionário do Hospital de Terapia Intensiva (HTI) conseguiu na Justiça a soltura do acusado de importunação sexual e perseguição contra mulheres, que trabalham na própria unidade de saúde.
Polícia faz buscas na casa de PM do Maranhão na Operação Falso Vet
O sargento da Polícia Militar do Maranhão e estudante de veterinária, Alexandre Júlio Fonseca Santos, foi um dos alvos da Operação Falso Vet, deflagrada pela Delegacia de Meio Ambiente, que apura crime de maus-tratos, por meio de procedimentos cirúrgicos de animais em situações precárias, nas casas dos profissionais que não possuíam formação em medicina veterinária.

Na ocasião da operação, deflagrada nessa segunda-feira (12), os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, que resultaram nas prisões de duas pessoas em flagrante delito.
Todo o material encontrado nos imóveis dos investigados foi encaminhado para a seda da Delegacia de Meio Ambiente e serão anexados ao inquérito, presidido pela delegada Adília Klein.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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